segundo - impacto

É como andar debaixo de água estar ali sem ar como se um peso quisesse o nosso lá em baixo a tocar na areia, em tangente como se faltasse o sopro e a brisa e o vento e a corrente como se fosse fácil fechar os olhos ficar. na areia. tocar-lhe e ser também o pó.

20 de julho de 2004

Ipanema Rio de Janeiro


fredsiqueira

Publicada por Anónimo
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1 comentário:

Anónimo disse...

grande foto, paradoxo
jpt

quarta-feira, agosto 18, 2004 10:03:00 a.m.

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