segundo - impacto

É como andar debaixo de água estar ali sem ar como se um peso quisesse o nosso lá em baixo a tocar na areia, em tangente como se faltasse o sopro e a brisa e o vento e a corrente como se fosse fácil fechar os olhos ficar. na areia. tocar-lhe e ser também o pó.

19 de dezembro de 2004

Uma única sílaba. A salvação.

Nem só de betão-armado vive o arquitecto.
Publicada por Anónimo
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1 comentário:

mfc disse...

Poeta ímpar ..para ser lido e mastigado.

domingo, dezembro 19, 2004 4:21:00 p.m.

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