13 de novembro de 2004

Hora Grave

Quem agora chora em algum lugar do mundo,
Sem razão chora no mundo,
Chora por mim.

Quem agora ri em algum lugar na noite,
Sem razão ri dentro da noite,
Ri-se de mim.

Quem agora caminha em algum lugar no mundo,
Sem razão caminha no mundo,
Vem a mim.

Quem agora morre em algum lugar no mundo,
Sem razão morre no mundo,
Olha para mim.
(Tradução: Paulo Plínio Abreu)


9 comentários:

mfc disse...

Dar-se... é ter!

Márcia Maia disse...

Que beleza ler esse ´poema assim, num domingo de manhã.

Sombra disse...

Obrigado pela visita e comentário.

Cumprimentos,

M.P.

www.eueaminhasombra.blogspot.com

Rute disse...

Soube mesmo bem ler...

P disse...

Muito bonito. Gostei de ler. =)

BeiJinhO* =))

FoRmiGa, www.-viver-.blogspot.com

Anónimo disse...

gostei*

rita, http://louka_de_plantao.weblogger.terra.com.br/

whiteball disse...

Sei como é! Abraço. WB

BlueShell disse...

Belíssima escolha! Tudo de bom para vós.

para lá de bagdade disse...

também gosto de Rilke. boa escolha de poema.