24 de setembro de 2005

Anotações

Meu Deus, que faço se não sentir a sua falta?

Que alternativa me dás? Que ar me tiras?

Com que peso me comprimes?

Ela, Ouvir-me-á?

Que em surdina me leves ao seu ouvido, que um suspiro se oiça

e que no escuro ela me veja.

Aproxima-me! Que em si eu chore, como um espírito...

Serei leve…como uma mão sobre a sua,

Caindo lentamente.

Perto!

Depressa ficarei calmo onde ténue será o apelo.

Longe, tão longe. Meu Deus que alternativa me dás?

4 comentários:

Joao disse...

Um pouco triste mas lindo ...

amartejo disse...

Já disse em baixo e repito:
Muito bonito, profundo e ilustrações belíssimas, parabéns, és filósofo?

bruno disse...

isso se parece tanto comigo...

indie girl disse...

já ká nao vinha a mt tempo..continuas com um òptimo blog..beijo grande