16 de abril de 2006

Já todos ouvimos e conhecemos os argumentos do amor.
Não subsiste por si mesmo, descontrola-se, tem medo, é inseguro… Defende a acusação que sofre de perturbações e dupla personalidade. Seria fácil, de facto, arrumar o caso e concordar. Mas o amor necessita de defesa, pois muitas vezes, o seu medo é válido, e a sua renitência é legítima. O amor tem sido subestimado e está perdido. Invoco a sabedoria de todos os que já amaram e que por certo o compreendem, para que lhe dêem uma segunda oportunidade, que o deixem ser mais do que é, e provar-se a si mesmo, oferecendo-se sem contrapartidas, aos outros. Talvez o amor não se conheça.

4 comentários:

Lady Psy disse...

amor... pior do que tudo na vida, é amar sem ser amado, é ter amado tão intensamente alguém que apenas nos acarinhou, mas que nunca nos amou... e no fim de tudo? ainda valerá apena amar alguém? Sem medos, sem receios... sinto felicidade por já ter amado, e uma trsiteza imensa quando este amor se tornou ódio, raiva... é bom amar, mas até que ponto?

O Micróbio II disse...

Conhecer até se conhece... infelizmente ninguém lhe quer dar é a objectividade que necessita!

Anónimo disse...

... um amor não correspondido é uma oportunidade que surge para aprendermos a amar.
... um amor perdido é saudade doce.
... um amor correspondido é magia, é luz, é vida

O AMOR É LINDOOOO

Tudo o resto é veneno.

Marta disse...

Se calhar o amor não se conhece mesmo... mas nem é preciso! O importante é ser-se capaz de o viver.**