16 de setembro de 2004

A verdade da mentira...

Vives sem mim num mundo que um dia foi também meu, que sem seres ladrão me roubaste. E que hoje ainda o vivo como se fizesses ainda parte dele, absorvendo-o, sorvendo cada segundo; rememorando, recordando-te e amando-te sempre.
E de repente apareces, como se afinal, com vergonha, me devolvesses a vida, como se fizesses ainda parte do que um dia foi nosso. E a tristeza tenta esquecer-te e a saudade tenta perder-se; e eu, julgo encontrar-te. És mentira.

4 comentários:

maria santos disse...

pergunto-me sempre...'valerá a pena?'...e é na segunda hipótese

maria santos disse...

que percebo que não haverá resposta...

Marta disse...

Gostei. beijo

Pedro disse...

Será possível ao mais comum de nós alcançar toda essa verdade? Ele é derrota... Nunca mentira!