4 de setembro de 2006

Não consigo deixar. A participação menos constante não me coage a sair. Fico portanto. Com as minhas palavras e talvez com a minha poesia.
O S.-I. não será o mesmo para aqueles que o conhecem, haverá um enorme silêncio, impossível de preencher. Espero no entanto continuar a completar espaços, a criar leituras interiores e outras e a não me apetecer tão cedo cansar-me de me descrever. Sem promessas, o Segundo Impacto vive.

3 comentários:

marco magalhães disse...

Vale mais um riacho a conta gotas que uma secura total.

Luna disse...

Compreendo a sua ausência... Também tenho estado longe do meu cantinho, embora goste muito dele e sinta falta das palavras e de tudo mais... Mas volto sempre que posso, ainda que seja apenas para rever paisagens como a sua...
Lembranças aos seus olhos e a sua poesia...

Anónimo disse...

Já todos ouvimos e conhecemos os argumentos do amor.
Não subsiste por si mesmo, descontrola-se, tem medo, é inseguro… Defende a acusação que sofre de perturbações e dupla personalidade. Seria fácil, de facto, arrumar o caso e concordar. Mas o amor necessita de defesa, pois muitas vezes, o seu medo é válido, e a sua renitência é legítima. O amor tem sido subestimado e está perdido. Invoco a sabedoria de todos os que já amaram e que por certo o compreendem, para que lhe dêem uma segunda oportunidade, que o deixem ser mais do que é, e provar-se a si mesmo, oferecendo-se sem contrapartidas, aos outros. Talvez o amor não se conheça.